"Vem, Noite antiqüíssima e idêntica,
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio, Noite

Com as estrelas lantejoulas rápidas
No teu vestido franjado de Infinito. (...) "
[Álvaro de Campos (F. Pessoa), Fragmento de Ode I, in: "Fernando Pessoa: poesia", por Adolfo Casais Monteiro, 10ª ed., Rio de Janeiro, Agir, 1989, p. 76 (col. Nossos Clássicos)]

"(...) noites como esta, em que já não me será dado viver."
[Jostein Gaarder, "A garota das laranjas", Trad. Luiz Antônio de Araújo, São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 127 (citação possivelmente de outrem, constante também em alguma página anterior, provavelmente)]
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terça-feira, 5 de abril de 2011

Bambu ao vento


Indo de São Bernardo do Campo para Mogi das Cruzes pela Rodovia Índio Tibiriçá, já próximo ao destino, à direita de quem vai, há um enorme e verdejante bambuzal. Eu o vi pela primeira vez no 1º semestre de 1996. Em 27/mar/2011, de forma totalmente eventual, voltei a vê-lo. Continua tão espetacular quanto há quinze anos estava.

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