"Vem, Noite antiqüíssima e idêntica,
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio, Noite

Com as estrelas lantejoulas rápidas
No teu vestido franjado de Infinito. (...) "
[Álvaro de Campos (F. Pessoa), Fragmento de Ode I, in: "Fernando Pessoa: poesia", por Adolfo Casais Monteiro, 10ª ed., Rio de Janeiro, Agir, 1989, p. 76 (col. Nossos Clássicos)]

"(...) noites como esta, em que já não me será dado viver."
[Jostein Gaarder, "A garota das laranjas", Trad. Luiz Antônio de Araújo, São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 127 (citação possivelmente de outrem, constante também em alguma página anterior, provavelmente)]
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Parcerias (pesquisa)

Imagem: Editoria de Arte/Folhapress
Subtítulo da imagem: Pesquisas apontam disparidade entre número de parceiros que homens e mulheres afirmam ter tido

(...)
Mulheres são impelidas a ter menos parceiros ou a esconder a soma real para se valorizar: "A moral sexual é mais complexa do que outras questões práticas da igualdade entre sexos. Ainda hoje, a mulher que declara ter tido muitos homens não é respeitada", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, da UFRJ.

Goldenberg pesquisou a quantidade de parceiros entre homens e mulheres (veja quadro). Ela diz ter se impressionado com a imprecisão das respostas masculinas: "Entre eles, 28% responderam 'mais de dez' ou 'muitas, perdi a conta'. Já elas sabiam exatamente com quantos foram para a cama, como se cada um fosse significativo".

(...)
Para perguntar a alguém com quantos já foi para a cama, o Datafolha usa formulários que o próprio entrevistado preenche, lacra e põe na urna sem se identificar. Para evitar inibição e mentira.

Mesmo assim, especialistas desconfiam que, como na mesa do bar, os homens inflem o número de parceiras e as mulheres escondam amantes no armário.

Segundo o último levantamento do Datafolha, de 2010, os brasileiros têm em média 20,3 parceiras durante a vida. A média das brasileiras é 3,9.

"Não dá para entender com quem eles tanto transam", brinca Dolores Aronovich, professora de literatura da Universidade Federal do Ceará e autora do blog feminista Escreva Lola Escreva. (...)

(...)
O psiquiatra Luiz Cuschnir, do Hospital das Clínicas de SP, diz que a contagem de parceiros pode indicar compulsão e falta de autoestima: "Pode ter a ver com uma competição entre mulheres para ver quem se sente superior".

(...)
trechos do texto “Blogueira que queria transar com cem homens diz que parou de contar” de JULIANA CUNHA | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA | 24/11/2011 - 08h00, completo em:
[http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1010939-blogueira-que-queria-transar-com-cem-homens-diz-que-parou-de-contar.shtml]

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vagina: tudo o que você quer saber (tudo?)


Tudo o que você quer saber sobre vagina, mas tem vergonha de perguntar; ela é pouco conhecida até pela própria dona
Marcela Munhoz | Do Diário do Grande ABC
domingo, 16 de outubro de 2011 7:00

Amiga íntima
Vagina, vagina, vagina... Se ficou vermelha só de ler a palavra é melhor começar a perder a vergonha. Afinal, você não fala alto o nome da sua melhor amiga? Que mal há? E mais: é importante conhecer bem o que tem aí embaixo, por onde tudo acontece (nem você nem ninguém estariam aqui se ela não existisse). "A vergonha de falar, tocar e ver a vagina prejudica muito a qualidade de vida das mulheres. Como ela vai saber onde sente prazer ou se há algo errado com o órgão se não sabe o que acontece?", afirma Rose Villela, psicóloga e sexóloga.
Diferentemente do que se diz, vagina define apenas o canal que conecta o interior do corpo feminino e seus órgãos (ovários, tubas uterinas e útero) com o lado de fora. O que se vê na parte externa é chamado vulva. "A vagina se inicia na entrada da vulva e termina no colo do útero. Costuma ter de oito a 12 centímetros de profundidade", explica Maria Auxiliadora Vertamatti, ginecologista e professora da Faculdade de Medicina do ABC. É formada por um músculo forte, fibroso e elástico. No momento da relação sexual, se dilata e lubrifica para que possa comportar o pênis. No parto normal, o canal vaginal também se estica - pode até dobrar de tamanho - para que o bebê consiga passar por lá.
Como acontece com o tamanho do pênis, cada mulher tem um tamanho de vagina e de vulva, conjunto dos órgão sexuais externos. É formada pelos pequenos e grandes lábios, clitóris, entrada do canal vaginal, orifício da uretra (por onde sai a urina) e monte de vênus (onde estão os pelos).
Em algumas meninas, a vulva é mais rosada, em outras é escura, com os lábios internos e externos maiores ou menores. Não há regras, e isso pode gerar dúvidas e encanações. "Como a mulher não faz xixi uma ao lado da outra, não tem como comparar com as amigas, como fazem os homens, ficando ainda mais complicado. A dica é desencanar", aconselha a sexóloga.

 

Censurada desde sempre

Sentir vergonha de conhecer sua vagina não é culpa sua. Ao longo do tempo, as partes baixas femininas foram tratadas como áreas proibidas, algo que não se podia falar a respeito, principalmente na Idade Média, por causa da influência cristã e crença da virgindade. Foi quando criou-se o cinto de castidade, acessório que trancava literalmente o ventre, não permitindo que a mulher se masturbasse ou tivesse penetração.
Enquanto no Japão, por exemplo, existe um festival, o Tagata Hounen Matsuri, que faz homenagem ao pênis, com desfiles de órgãos gigantescos, a vagina sempre foi deixada de lado ou considerada símbolo pornográfico. "O menino aprende desde cedo a segurar o pênis. Se a menina coçar a vagina, é repreendida como se fosse algo muito sujo", observa a sexóloga Rose Villela.
A História da V - Abrindo a Caixa de Pandora, a escritora inglesa Catherine Blackledge conta que, até o fim do século 19 e início do 20, médicos mais puritanos não revelavam a verdadeira função do clítoris, que é dar prazer. "Defendia-se que despejasse fenol concentrado no clitóris, caso as jovens continuassem a satisfazer-se sozinhas". Ninguém queria que a mulher sentisse prazer. Ela era apenas receptora de esperma e geradora de filhos.
Acha que isso acabou? Em algumas culturas ainda ocorre a mutilação genital feminina (milhões de casos por ano, principalmente na África e Ásia). Acreditam que sem o clítoris a mulher está pronta para se casar e ter filhos e não precisa sentir prazer, já que foi feita para a reprodução. E o pior: a ‘cirurgia' é feita sem anestesia e com sério risco de infecção. A ex-modelo somaliana Waris Dirie foi vítima da mutilação aos 5 anos e fugiu de seu país aos 13. Tornou-se embaixadora da ONU, que considera o ato um crime, e cuida de uma fundação, com a missão de erradicar a prática.

 

Limpeza e ventilação são essenciais

Além de responsável por conduzir o espermatozoide até o útero, ser o canal por onde sai a menstruação e transmitir prazer, a vagina e a vulva têm outra função importante: proteger os órgãos internos das ameaças externas. Por isso, é bem fechadinha. "Possui série de bactérias de defesa e é ácida para matar os germes que tentam entrar. Os pelos também são importantes nesta tarefa", explica a ginecologista Auxiliadora, que recomenda não depilar tudo. "Não estão ali por acaso."
Outra dica para mantê-la saudável é a limpeza. "Os cuidados de higiene com mãos, dentes e rosto devem ser os mesmos com os genitais. Mesmo que se lave as mãos só duas vezes por dia, quantas vezes a mulher lava a vagina?", questiona Oswaldo Rodrigues Jr, do Instituto Paulista de Sexualidade. O ideal é não usar sabonete íntimo em excesso e dar preferência ao de glicerina. Eles não alteram a acidez vaginal.
É importante ainda deixar a vagina sempre seca e ventilada. Se puder, durma sem calcinha, evite usar calça apertada, escolha calcinhas de algodão e não fique de biquíni molhado por muito tempo. E mais do que tudo: observe. Secreção é normal - produz-se diariamente de três a quatro gramas - mas se perceber cheiro forte, cor diferente, irritação e coceira, procure o ginecologista. Só o médico pode orientá-la direitinho.

 [http://www.dgabc.com.br/News/5919746/limpeza-e-ventilacao-sao-essenciais.aspx]

 

Proteja sua Best Friend

Banho e ventilação são importantes, mas há outras maneiras de proteger a vagina. A principal e mais eficiente é usar camisinha que, além de afastar doenças sexualmente transmissíveis, evita gravidez indesejada. Que tal, para variar, testar a camisinha feminina? Mesmo com campanhas e acesso irrestrito a informações, aumentou o número de meninas de 13 a 19 anos com Aids no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, para cada grupo de dez infectados, seis são meninas e quatro são meninos. Outra doença que pode ser muito perigosa é o HPV. Há mais de 100 tipos de vírus conhecidos e parte deles pode gerar câncer de colo de útero, caso a lesão não seja tratada precocemente. Então, cuidado na hora de escolher com quem você quer compartilhar sua amiga mais íntima. Não a exponha. Protegê-la é a sua obrigação.

Perguntas e respostas
Ainda não conseguiu tirar todas as dúvidas sobre a vagina e órgãos que formam o aparelho reprodutor feminino? Confira:
Hímen e clitóris são a mesma coisa? - Não. O clitóris fica na parte externa (na vulva), é um órgão pequeno, do tamanho de uma ervilha, e oferece prazer sexual feminino. Já o hímen é uma pelinha que fica na entrada do canal vaginal. É rompida após o primeiro ato sexual ou durante a introdução de objetos (por isso, cuidado), provocando pequeno sangramento. Há ainda o hímen complacente que não sangra na primeira relação. Isso ocorre porque esse hímen tem muita elasticidade e volta ao normal após o ato sexual. Apenas se rompe no parto normal.
O que é vaginismo? - É uma disfunção sexual, na qual a mulher tem uma contração involuntária da musculatura da vagina. Não é possível a penetração; nem o médico consegue fazer exame ginecológico, porque não há dilatação. Não é regra, mas isso pode acontecer por causa de algum abuso sofrido na infância ou trauma sexual. Há tratamento psicológico.
É verdade que pode nascer sem vagina? - Quem tem síndrome de Mayer-von Rokitansky-Kuster-Hauser nasce sem vagina, embora normalmente possua útero e ovário. Ela não pode ter relações sexuais nem filhos. Essa síndrome afeta um em cada 4.000 a 5.000 bebês do sexo feminino. Em geral só é descoberta quando a menstruação não chega ou na primeira relação sexual. Há cirurgia para a construção do canal vaginal.
E a menstruação? - A menstruação é a descamação da membrana que reveste a parte interna do útero (endométrio). É eliminada todo mês com o sangue, quando não ocorre a fecundação do óvulo pelo espermatozoide, ou seja, a gravidez. Na adolescência, o fluxo menstrual dura de dois a oito dias. A quantidade também varia, exigindo a troca de quatro a seis absorventes por dia. É chamado de ciclo menstrual o período entre uma menstruação e outra. A menstruação acaba de vez na época da menopausa, quando a mulher para de produzir hormônios sexuais, por volta dos 50 anos.

Saiba mais
Alguns livros falam sobre o assunto e explicam direitinho o que acontece lá. Não deixe de ler História da V - Abrindo a Caixa de Pandora (Catherine Blackledge) e Vagina: Manual da Proprietária (Carol Livoti e Elizabeth Topp). Também dá para se divertir muito com a peça Monólogos da Vagina, da norte-americana Eves Ensler, com adaptação de Miguel Falabella.
Perereca, periquita, xana, pombinha, xereca, racha, perseguida, xoxota, peteca, capô de fusca, borboleta, concha, cona, chavasca, prexeca, xandanga são alguns nomes populares da vagina
A maior vagina do reino animal, assim como o pênis, é a da baleia-azul. Possui 1,80 m de largura por 2 m de altura. Pode armazenar cerca de 132 litros de esperma por vez 
A palavra vagina vem do latim vaginae e significa bainha, estojo em que se guarda a faca ou espada.

domingo, 16 de outubro de 2011

Sexo em família I (incesto voluntário: entre irmãos / entre pai e filha)

Irmãos flagrados fazendo sexo em estação escapam de pena de prisão

14/10/2011 17h11 - Portal G1

Richard e Kirsty foram pegos por câmera de segurança em Motherwell. Ele pegou dois anos de condicional, e ela, um ano com aconselhamento.

Os irmãos britânicos Richard Finlayson, de 21 anos, e sua irmã Kirsty, de 18, que foram flagrados fazendo sexo na estação de trens de Motherwell, escaparam de receber sentenças de prisão.

Richard ficou em liberdade condicional por dois anos e terá de cumprir os termos previstos no Ato de Agressores Sexuais.

Já Kirsty pegou um ano de liberdade condicional e vai receber aconselhamento psicológico, tratamento contra uso de drogas e ajuda para conseguir emprego.

Kirsty, que tinha 17 anos quando ocorreu o caso, chegou a ser expulsa de casa no mês passado.

As cenas envolvendo Kirsty e Richard foram registradas pelas câmeras de segurança da estação no mês de junho. Eles confessaram.

O caso de incesto provocou indignação de vizinhos. "É repugnante", afirmou um morador.

"Isso mudou minha vida para sempre", disse Richard ao tabloide "The Sun". "Desejaria poder voltar no tempo."

[http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/10/irmaos-flagrados-fazendo-sexo-em-estacao-escapam-de-pena-de-prisao.html]
*****
Veja também:
Pai e filha condenados por incesto reatam o romance e vão presos na Inglaterra: Pela retomada da relação proibida, Andrew foi condenado a dez meses de prisão
[http://www.meionorte.com/noticias/internacional/pai-e-filha-condenados-por-incesto-reatam-o-romance-e-vao-presos-na-inglaterra-140234.html]

Sexo com animais: pesquisa

Sexo com animais pode dobrar ocorrências de câncer de pênis, aponta estudo

Por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo! Notícias – sex, 14 de out de 2011
Assunto tabu, o sexo com animais ocorre em 3 a 4 entre 10 indivíduos de zonas rurais brasileiras e pode ser o responsável por dobrar casos de câncer de pênis. É o que aponta a pesquisa liderada pelo Hospital A. C. Camargo em parceria com outros 16 centros de tratamento de câncer do Brasil. O estudo reuniu 492 homens (171 com câncer de pênis e 374 sadios) – com idade entre 18 e 80 anos – e mapeou o comportamento sexual da população rural do país. O trabalho será publicado na próxima edição do Journal of Sexual Medicine.

Dos entrevistados, 31,6% dos homens sadios e 44,9% daqueles com câncer de pênis já tiveram uma ou mais relações de zoofilia. O número de animais envolvidos mostra que a prática é mais comum no Nordeste do país e que lá predominam equinos. No Sudeste as opções são por caprinos e galináceos.

Uma das explicações para a associação entre o câncer de pênis e o sexo com animais, segundo o urologista Stênio Zequi, é que a mucosa genital do animal é muito queratinizada, mais dura que a humana. “Ela pode provocar microtraumas na mucosa do homem e desencadear o câncer. Outra hipótese é a existência de elementos tóxicos na secreção animal ou de microorganismos capazes de infectar o ser humano”, afirma.

Periodicidade
A periodicidade da prática de sexo com animais variou. Um único episódio na vida foi apontado por 14% dos entrevistados. Duas vezes ao mês (17%), uma vez por mês (15,2%), uma vez por semana (10,5%), três vezes por semana (10%), duas vezes por semana (9,4%), diariamente (4,1%), dia sim/dia não (5,3%).

A maioria dos homens (59%) afirmou manter relações com animais por um período de 1 a 5 anos. A duração deste comportamento durou menos de um ano para 34 indivíduos (19,9%). Já o sexo com animais junto com um grupo de homens foi citado por 29,8% dos entrevistados.

Amputação
Apesar de ser considerado raro (2,9 a 6,8 casos por 100 mil habitantes), o câncer de pênis costuma provocar mutilações. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) aponta que são amputados, todos os anos, mais de mil pênis no Brasil.

Zequi ainda alerta. “Se estamos observando um comportamento sexual que causa danos à saúde das pessoas, as autoridades e os agentes de saúde precisam orientar a população. É preciso dizer a esse público: lave o pênis, não tenha fimose, não tenha relaçoes sexuais com animais, use camisinha, etc”, diz.

Sobre a pesquisa
Além do sexo com animais, foram avaliados critérios como raça, idade, idade da primeira relação sexual, história de doença sexualmente transmissível, lesões penianas pré-malignas, fimose e circuncisão, idade da circuncisão, número de parceiros sexuais, tabagismo e história de sexo com prostitutas.

Ainda não é possível afirmar se há um ou mais vírus ou microrganismos específicos envolvidos no processo, nem se a prática pode causar danos às mulheres com quem esses homens se relacionam.


[http://br.noticias.yahoo.com/sexo-com-animais-pode-dobrar-ocorrencias-de-cancer-de-penis-e-aumenta-casos-dsts.html]

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Grupos de risco DST/Aids

GRUPOS DE RISCO (DST/AIDS)

[AIDS] O padre Charbonneau, embora afirme os homossexuais/toxicômanos como “grupos de alto risco”, assume que “a homossexualidade não é, portanto, o reduto da Aids. Sabe-se hoje em dia que se propaga igualmente e cada vez mais através do contato heterossexual.”
[Paul-Eugène CHARBONNEAU, Aids: prevenção, escola, 6ª ed., São Paulo, Paulus, 1987, p. 30]
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[AIDS] Afirma-se ainda que “pesquisas têm demonstrado que a desinformação e os preconceitos sexuais vêm à tona, com muita violência, devido ao cataclismo provocado pela AIDS nas águas da sexualidade. Os homossexuais masculinos ‘declarados’, tidos até há pouco como o único grupo de risco - ou, pelo menos, o incomparavelmente maior -, passaram a repartir esse ‘privilégio’ com pais de família, pacatas esposas, crianças e outros grupos considerados insuspeitos.”
[Naumi de VASCONCELOS, Sexo: questão de método, 3ª ed., São Paulo, Moderna, 1994, p. 57 (Coleção polêmica)]
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[AIDS] Em publicação mais atual (em termos), há informação de que “A AIDS é hoje uma epidemia fora de controle. E a humanidade inteira, um grande grupo de risco. Diagnosticada há pouco mais de dez anos como uma doença restrita a determinados grupos humanos - sobretudo o dos homossexuais masculinos e o dos usuários de drogas injetáveis - ela passou a atacar indiscriminadamente crianças, jovens e adultos de ambos os sexos. (...) Acreditava-se também, há pouco mais de dez anos, que a AIDS fosse uma doença essencialmente masculina. A proporção, no Brasil, em 1983, era de uma mulher contaminada para cada 31 homens. Temos, hoje, entre nós, uma mulher contaminada para cada quatro homens. E o contágio dessas mulheres não se deu apenas por transfusão de sangue ou pelo uso de drogas injetáveis, mas através da prática de sexo com seus maridos ou companheiros. As relações heterossexuais são, atualmente, a principal forma de contágio.”
[Albertina DUARTE, Gravidez na adolescência, 4ª ed., Rio de Janeiro, Rosa dos Tempos, 2002, pp. 44/45]
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[DST/AIDS] Sidney Roberto NADAL e Carmen Ruth MANZIONE, da Sociedade Brasileira de Coloproctologia - SBCP, no texto “Identificação dos grupos de risco para as doenças sexualmente transmitidas” propõem a substituição do termo “grupo de risco” por “comportamento de risco”: “Do exposto, podemos concluir que a multiplicação dos grupos de risco para aquisição de DST/AIDS fez com que praticamente toda a população sexualmente ativa possa se contagiar. Além disso, acredita-se que o termo "grupo de risco", além de discriminatório, está desatualizado, e que as chances de infecção são relacionadas mais ao comportamento que à opção sexual. Desta forma, faz-se necessário substituir o "grupo de risco" para "comportamento de risco" ao se avaliar as chances de contaminação pelas DST.”


[http://www.sbcp.org.br/revista/nbr232/P128_129.htm - acesso: 25/mai/2011]

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“Que os sensíveis expressem sua sensibilidade, os dinâmicos abram seus caminhos, os mais fortes carreguem o peso, os mais ricos paguem a conta. Não importa se homem ou mulher, mas, sim, se mais aptos, naquela circunstância, para o papel em questão. A própria natureza de nossa fisiologia indica o que é melhor, mais fácil e confortável ou possível para cada um. Vamos então, nos basear mais naquilo que é real, verdadeiro e, superando preconceitos culturais e sociais, escolher uma vida com mais liberdade. Nós todos, homens e mulheres!”
[Beatriz Monteiro da CUNHA, Amor de sexualidade: várias dicas, São Paulo, Evoluir, 2002, p. 45]