"Vem, Noite antiqüíssima e idêntica,
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio, Noite

Com as estrelas lantejoulas rápidas
No teu vestido franjado de Infinito. (...) "
[Álvaro de Campos (F. Pessoa), Fragmento de Ode I, in: "Fernando Pessoa: poesia", por Adolfo Casais Monteiro, 10ª ed., Rio de Janeiro, Agir, 1989, p. 76 (col. Nossos Clássicos)]

"(...) noites como esta, em que já não me será dado viver."
[Jostein Gaarder, "A garota das laranjas", Trad. Luiz Antônio de Araújo, São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 127 (citação possivelmente de outrem, constante também em alguma página anterior, provavelmente)]
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Incesto voluntário (irmãos): condenação na Europa

Irmãos que tiveram quatro filhos condenados por incesto

Dois irmãos alemães com uma relação incestuosa da qual nasceram quatro filhos, perderam a causa no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, onde alegaram que tinham direito à sua vida familiar privada.

Patrick Stuebing e Susan Karolewski tiveram quatro filhos biológicos, sendo que duas das crianças sofrem de deficiência.

Stuebing, que foi condenado a três anos de prisão, só conheceu Karolewski aos 20 anos, porque, na infância, acabaria por ser acolhido por uma família adotiva.

Apesar de Stuebing alegar que o amor que sentem é "normal", o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem decidiu condená-los e advertiu a Alemanha a banir o incesto de forma clara.

Já Karolewski não foi alvo de qualquer condenação, uma vez que sofre de uma perturbação da personalidade que a torna "parcialmente ininputável", considerou o tribunal.

[http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2416869] acesso: 12/abr/2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Baita ciumeira (Rodolfo de Souza)

Baita ciumeira (Rodolfo de Souza - Diário do Grande ABC)

27/09/2010

O ciúme é um sentimento perverso, capaz de confundir o próprio ciumento

O ciúme é um sentimento perverso, capaz de confundir o próprio ciumento. Não são palavras de psicólogo, psiquiatra ou outro profissional habituado a lidar com gente doida. Perdão, doída. O diagnóstico parte, na verdade, de um observador de longa data, perplexo com a atitude do ser humano do sexo feminino, por exemplo, irritado, feroz, até violento, com a corriqueira viradinha de cabeça à passagem de um belo e insinuante corpo escultural.

É comum, inclusive, o estalo de um tapa a encher de sonoridade o ar, intenção clara de retornar o rosto à posição inicial. Beliscões silenciosos e pisadas escandalosas também são recursos utilizados por meninas de qualquer idade.

Certa vez presenciei uma cena que me encheu de consternação e revolta: uma garota pisou, com toda a força de sua raiva, o pé do namorado que desviara discretamente a atenção da conversa para um bumbum faceiro que transitava pelo local. Pude sentir na expressão de dor do rapaz o peso do salto alto. Agressão justificada porque, com toda a certeza, na intimidade, a fêmea em questão tinha seu pensamento todo voltado para o jovem e cocho mancebo, sem espaço para qualquer outro belo exemplar da espécie.

Coisas de mulher? Qual o quê. Macho que é macho, também, não permite que seu bem suspire fundo depois daquela vista d'olhos que o sexo oposto dá quando está diante de um sujeito sarado. É imperceptível aquele movimento ligeiro de olhar, sem mover a face. Mas o que denuncia mesmo é o bendito suspiro. Às vezes uma blusinha justa também auxilia no delato que enfurece o companheiro, como se em sua mente, da mesma forma, pairasse somente a imaculada figura de sua amada.

Hipocrisia desmesurada, pois, conveniências à parte, manifestações exageradas de ciúmes tendem a ruir o que poderia ser um bom relacionamento, tolerante e empático.

É natural que haja comprometimento de ambas as partes quando na relação prevalece o amor, por meio do qual naturalmente vem o respeito. A fidelidade, então, é só consequência, que não pode ser exigida. Se imposta, a união não tem razão de ser, inexiste.

A situação de constante vigilância com excesso no cuidado é fruto da insegurança da pessoa que não confia em si e entra sempre em pânico ao imaginar a outra em cama alheia. Rejeição difícil de suportar que por certo a torna ainda mais frágil. Afinal, são seres frágeis que não aprenderam que quem ama liberta, pois que a liberdade é essencial na vida e no amor.

Rodolfo de Souza nasceu e morou por 44 anos em Santo André, onde trabalhou no setor de logística de várias empresas e se formou professor. Há 8 anos reside em Peruíbe, Litoral Sul. E-mail para esta coluna: souza.rodolfo@hotmail.com.

[http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/57/4666/baita-ciumeira.aspx]

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Orgasmo passo a passo (Laura Müller - Revista Dia-a-dia)


Laura Müller é psicóloga clínica, especialista em sexualidade e comunicadora social. É autora dos livros "Altos papos sobre sexo - dos 12 aos 80 anos" (Ed. Globo, 2009) e "500 perguntas sobre sexo do adolescente". www.lauramuller.com.br ou twitter: @laura_Muller.

[cf. Revista DIA-A-DIA (do Diário do Grande ABC), Ano 4 - Edição 44, Santo André, Dezembro/2011, p. 64]



*****
Passo a passo para o orgasmo
Laura Müller
Será que existe técnica, curso ou fórmula mágica para a mulher chegar ao orgasmo? Mais do que isso: será que algumas vêm ao mundo com defeito de fábrica e, por isso, não chegam lá? E as que conseguem a proeza de ter um, dois ou mais orgasmos numa mesma transa? O que fizeram para conseguir tamanha satisfação?

Vamos a essas respostas. Em primeiro lugar, não, ninguém nasce com esse tipo de defeito de fábrica, que impede de chegar ao orgasmo. Para quem consegue chegar lá, é tudo questão de descoberta, aprendizagem e treino. E não precisa de nenhuma técnica, curso ou fórmula especial para isso. Basta estar atenta a si mesma e aos seus mecanismos de prazer. 

Ou seja, ficar de olho no próprio corpo e suas sensações, além de suas emoções, sentimentos e pensamentos em relação ao sexo e ao encontro amoroso. Na verdade, isso é bastante coisa a ser feita. E nem sempre é tarefa fácil. 

Para simplificar, vamos ao passo a passo do que é preciso levar em conta para descobrir o caminho ao tão esperado orgasmo:

* Sobre o seu corpo – O principal órgão de prazer feminino é o clitóris. Toques nessa região, ou o sexo oral, costumam levar mais facilmente ao orgasmo do que outras práticas sexuais, como a penetração vaginal ou anal. 

* Sobre masturbação – Um terço das mulheres tem vergonha de se masturbar. Ou acha isso errado de alguma forma. No fundo, não é. A masturbação é prática saudável, dizem em unanimidade os sexólogos, e um jeito de a mulher conhecer melhor os seus mecanismos de prazer. 

* Sobre brinquedos eróticos  – Eles vibram em variadas velocidades e intensidades, além de hoje já apresentarem formatos cada vez mais divertidos e curiosos. Por que podem ser interessantes? Porque a vibração no clitóris pode levar a mulher rapidamente ao orgasmo. Mas é preciso se sentir à vontade para usar tais brinquedos. Se você não acha legal ou tem algum preconceito em relação a esses acessórios, então, não vale usar. 

* Sobre o parceiro ou a parceira  – Independentemente de você ser hetero ou homossexual, a sua dificuldade ou facilidade para chegar ao orgasmo não está nas mãos do parceiro ou da parceira. Quem precisa descobrir os próprios mecanismos de prazer é você. A pessoa que está ao seu lado apenas complementa essa história. 

* Sobre ficar à vontade na cama  – Para sentir mais prazer e chegar ao orgasmo, é importante ficar o mais à vontade possível com a pessoa que está com você. Assim, fica mais fácil dizer ou mostrar o que você gosta ou não na hora do sexo. 

* Sobre o uso de camisinha  – Esse acessório precisa fazer parte de vez do kit erótico do casal. Isso deixa a mulher mais segura para transar, sem medo de contrair alguma doença. Assim, o prazer e o orgasmo ganham mais intensidade. Aposte nisso!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Parcerias (pesquisa)

Imagem: Editoria de Arte/Folhapress
Subtítulo da imagem: Pesquisas apontam disparidade entre número de parceiros que homens e mulheres afirmam ter tido

(...)
Mulheres são impelidas a ter menos parceiros ou a esconder a soma real para se valorizar: "A moral sexual é mais complexa do que outras questões práticas da igualdade entre sexos. Ainda hoje, a mulher que declara ter tido muitos homens não é respeitada", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, da UFRJ.

Goldenberg pesquisou a quantidade de parceiros entre homens e mulheres (veja quadro). Ela diz ter se impressionado com a imprecisão das respostas masculinas: "Entre eles, 28% responderam 'mais de dez' ou 'muitas, perdi a conta'. Já elas sabiam exatamente com quantos foram para a cama, como se cada um fosse significativo".

(...)
Para perguntar a alguém com quantos já foi para a cama, o Datafolha usa formulários que o próprio entrevistado preenche, lacra e põe na urna sem se identificar. Para evitar inibição e mentira.

Mesmo assim, especialistas desconfiam que, como na mesa do bar, os homens inflem o número de parceiras e as mulheres escondam amantes no armário.

Segundo o último levantamento do Datafolha, de 2010, os brasileiros têm em média 20,3 parceiras durante a vida. A média das brasileiras é 3,9.

"Não dá para entender com quem eles tanto transam", brinca Dolores Aronovich, professora de literatura da Universidade Federal do Ceará e autora do blog feminista Escreva Lola Escreva. (...)

(...)
O psiquiatra Luiz Cuschnir, do Hospital das Clínicas de SP, diz que a contagem de parceiros pode indicar compulsão e falta de autoestima: "Pode ter a ver com uma competição entre mulheres para ver quem se sente superior".

(...)
trechos do texto “Blogueira que queria transar com cem homens diz que parou de contar” de JULIANA CUNHA | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA | 24/11/2011 - 08h00, completo em:
[http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1010939-blogueira-que-queria-transar-com-cem-homens-diz-que-parou-de-contar.shtml]

sábado, 5 de novembro de 2011

Sexo em família II (incesto involuntário)

Noivos entram em choque ao descobrir que são irmãos

Do UOL Tabloide Em São Paulo | 04/11/2011 - 11h05

Eles estavam apaixonados e, depois de cinco anos de namoro, decidiram se casar. A vontade de juntar os trapinhos aumentou ao descobrirem que esperavam bebê.
No entanto, os sul-africanos (que não tiveram os nomes divulgados) não vão poder se casar. Eles descobriram que são irmãos.

No último sábado, as duas famílias se encontraram para as negociações do dote da noiva, prática ainda comum na África do Sul. Foi quando o pai do noivo e a mãe da noiva tomaram um choque.
Eles foram casados e se separaram em 1983 quando o homem descobriu que estava sendo traído. A garota, que tinha oito meses, foi morar com a mãe, em Pienaar. Já o menino, que tinha dois anos, foi ficar junto com o pai, em Bushbuckridge.

O casal entrou em choque ao descobrirem que são irmãos e decidiram se separar, pelo menos por enquanto. “Nós não conseguimos ainda pensar direito. Vamos tomar uma decisão por vez”, disse o noivo.
*Com informações do “Sowetan”
http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2011/11/04/noivos-entram-em-choque-ao-descobrirem-que-sao-irmaos.jhtm


A informação também está disponível em:


domingo, 16 de outubro de 2011

Sexo em família I (incesto voluntário: entre irmãos / entre pai e filha)

Irmãos flagrados fazendo sexo em estação escapam de pena de prisão

14/10/2011 17h11 - Portal G1

Richard e Kirsty foram pegos por câmera de segurança em Motherwell. Ele pegou dois anos de condicional, e ela, um ano com aconselhamento.

Os irmãos britânicos Richard Finlayson, de 21 anos, e sua irmã Kirsty, de 18, que foram flagrados fazendo sexo na estação de trens de Motherwell, escaparam de receber sentenças de prisão.

Richard ficou em liberdade condicional por dois anos e terá de cumprir os termos previstos no Ato de Agressores Sexuais.

Já Kirsty pegou um ano de liberdade condicional e vai receber aconselhamento psicológico, tratamento contra uso de drogas e ajuda para conseguir emprego.

Kirsty, que tinha 17 anos quando ocorreu o caso, chegou a ser expulsa de casa no mês passado.

As cenas envolvendo Kirsty e Richard foram registradas pelas câmeras de segurança da estação no mês de junho. Eles confessaram.

O caso de incesto provocou indignação de vizinhos. "É repugnante", afirmou um morador.

"Isso mudou minha vida para sempre", disse Richard ao tabloide "The Sun". "Desejaria poder voltar no tempo."

[http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/10/irmaos-flagrados-fazendo-sexo-em-estacao-escapam-de-pena-de-prisao.html]
*****
Veja também:
Pai e filha condenados por incesto reatam o romance e vão presos na Inglaterra: Pela retomada da relação proibida, Andrew foi condenado a dez meses de prisão
[http://www.meionorte.com/noticias/internacional/pai-e-filha-condenados-por-incesto-reatam-o-romance-e-vao-presos-na-inglaterra-140234.html]

Sexo com animais: pesquisa

Sexo com animais pode dobrar ocorrências de câncer de pênis, aponta estudo

Por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo! Notícias – sex, 14 de out de 2011
Assunto tabu, o sexo com animais ocorre em 3 a 4 entre 10 indivíduos de zonas rurais brasileiras e pode ser o responsável por dobrar casos de câncer de pênis. É o que aponta a pesquisa liderada pelo Hospital A. C. Camargo em parceria com outros 16 centros de tratamento de câncer do Brasil. O estudo reuniu 492 homens (171 com câncer de pênis e 374 sadios) – com idade entre 18 e 80 anos – e mapeou o comportamento sexual da população rural do país. O trabalho será publicado na próxima edição do Journal of Sexual Medicine.

Dos entrevistados, 31,6% dos homens sadios e 44,9% daqueles com câncer de pênis já tiveram uma ou mais relações de zoofilia. O número de animais envolvidos mostra que a prática é mais comum no Nordeste do país e que lá predominam equinos. No Sudeste as opções são por caprinos e galináceos.

Uma das explicações para a associação entre o câncer de pênis e o sexo com animais, segundo o urologista Stênio Zequi, é que a mucosa genital do animal é muito queratinizada, mais dura que a humana. “Ela pode provocar microtraumas na mucosa do homem e desencadear o câncer. Outra hipótese é a existência de elementos tóxicos na secreção animal ou de microorganismos capazes de infectar o ser humano”, afirma.

Periodicidade
A periodicidade da prática de sexo com animais variou. Um único episódio na vida foi apontado por 14% dos entrevistados. Duas vezes ao mês (17%), uma vez por mês (15,2%), uma vez por semana (10,5%), três vezes por semana (10%), duas vezes por semana (9,4%), diariamente (4,1%), dia sim/dia não (5,3%).

A maioria dos homens (59%) afirmou manter relações com animais por um período de 1 a 5 anos. A duração deste comportamento durou menos de um ano para 34 indivíduos (19,9%). Já o sexo com animais junto com um grupo de homens foi citado por 29,8% dos entrevistados.

Amputação
Apesar de ser considerado raro (2,9 a 6,8 casos por 100 mil habitantes), o câncer de pênis costuma provocar mutilações. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) aponta que são amputados, todos os anos, mais de mil pênis no Brasil.

Zequi ainda alerta. “Se estamos observando um comportamento sexual que causa danos à saúde das pessoas, as autoridades e os agentes de saúde precisam orientar a população. É preciso dizer a esse público: lave o pênis, não tenha fimose, não tenha relaçoes sexuais com animais, use camisinha, etc”, diz.

Sobre a pesquisa
Além do sexo com animais, foram avaliados critérios como raça, idade, idade da primeira relação sexual, história de doença sexualmente transmissível, lesões penianas pré-malignas, fimose e circuncisão, idade da circuncisão, número de parceiros sexuais, tabagismo e história de sexo com prostitutas.

Ainda não é possível afirmar se há um ou mais vírus ou microrganismos específicos envolvidos no processo, nem se a prática pode causar danos às mulheres com quem esses homens se relacionam.


[http://br.noticias.yahoo.com/sexo-com-animais-pode-dobrar-ocorrencias-de-cancer-de-penis-e-aumenta-casos-dsts.html]

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Americana relata drama de descobrir na adolescência ter genética masculina

Americana relata drama de descobrir na adolescência ter genética masculina
13/10/2011 - 09h58 | UOL Notícias
Uma americana que descobriu na adolescência que era geneticamente homem relatou seu drama em um documentário da BBC.
Katie tem síndrome da insensibilidade ao androgênio, que só foi diagnosticada quando ela passou por uma operação de hérnia aos seis anos de idade.
Os cirurgiões descobriram na época que ela tinha um testículo não descido e que não possuía ovários ou útero, apesar de ter uma vagina.
Por não reagir ao androgênio, o hormônio que teria feito com que ela fosse um menino, ela se desenvolveu como menina.
"Eu tenho aparência feminina, tenho um corpo de mulher normal, mas em vez de ter cromossomos XX como uma mulher típica, eu tenho cromossomos XY como um homem comum", diz Katie no programa Me, my sex and I, exibido esta semana pelo canal BBC One na Grã-Bretanha.
Segredo
Os pais de Katie, ambos médicos, aprenderam durante seus estudos que não era recomendável informar mulheres que elas têm essa condição "porque a notícia seria tão devastadora que elas poderiam cometer suicídio".
Ainda assim, eles decidiram, aos poucos, dar a Katie algumas informações sobre seu corpo e quando ela completou 18 anos, os pais revelaram todos os detalhes.
"Eu fiquei muito assustada. Eu não estava preparada para pensar em mim como totalmente e irreversivelmente diferente de qualquer outra mulher. Eu ficava pensando se alguém iria me amar ou se eu era tão diferente que não poderia ser amada", disse ela.
Katie teve o testículo removido, passou a tomar pílulas para equilibrar melhor seus hormônios e começou a frequentar um grupo para mulheres como ela.
Distúrbios de Desenvolvimento Sexual
Aos 22 anos, Katie deu uma entrevista no programa da apresentadora Oprah Winfrey que teria contribuído para uma maior abertura na discussão dos Distúrbios de Desenvolvimento Sexual (DDS) nos Estados Unidos.
O nascimento de uma criança que não pode ser descrita como menino ou menina (com sexo indeterminado, condição previamente conhecida como intersexo) é algo raro, mas o grupo de apoio Accord Alliance diz que em cada 1,5 mil nascimentos um apresenta algum tipo de DDS.
Pessoas com o distúrbio podem ter desequilíbrios hormonais ou um desenvolvimento inadequado de seus órgãos sexuais ou reprodutivos, que pode levar a uma genitália ambígua e a uma aparência física que não corresponde a seus cromossomos sexuais, como é o caso de Katie.
Em casos opostos ao de Katie, pessoas com cromossomos XX (femininos) podem não desenvolver seios, ter pelos em excesso e um clitóris aumentado, similar a um pênis.
"Eu acho que temos definições muito inadequadas do que é sexo, mas com base no que temos, não posso dizer que sou homem ou mulher em termos de sexo, apesar de minha identidade de gênero ser feminina", diz Katie.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Das punições para a traição (Gwyneth Paltrow) e complementos

"Se morrer infeccionada por vírus fosse punição para traição, o mundo teria apenas umas três pessoas." (Gwyneth Paltrow, atriz, revelando que não condena a infidelidade)

[Revista Istoé, de 14/set/2011, p. 28 (seção "Semana")]

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"Pesquisa exclusiva revela que (quase) todo mundo já traiu" (na capa da revista VIP de outubro/2011, que traz Marjorie Estiano na capa)

[http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/978073-marjorie-estiano-aparece-baixando-calcinha-em-revista.shtml] - acesso: 21/set/2011

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05/10/2011 - 00h00 | Secretárias e empresários são os profissionais que mais traem, segundo pesquisa

Da Redação | Em São Paulo (noticias Uol)
Uma pesquisa realizada com 5.250 usuários brasileiros do The Ohhtel -- site voltado para pessoas que desejam ter relacionamentos extraconjugais -- revelou que as secretárias e recepcionistas (21,3%) estão entre as profissionais que mais utilizam o serviço para se relacionar com outras pessoas comprometidas. Em seguida estão as funcionárias públicas (13,7%), donas de casa (12%), contadoras (10,5%) e enfermeiras (7,6%).

Entre os homens que mais “pulam a cerca” estão os empresários (15,2%), contadores (10,7%), programadores de computador (10,2%), engenheiros (9,8%) e advogados (7,2%).

No total, participaram do levantamento 2.879 homens e 2.371 mulheres em todo o país.


[http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/10/05/secretarias-e-empresarios-sao-os-profissionais-que-mais-traem-segundo-pesquisa.jhtm]

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Grupos de risco DST/Aids

GRUPOS DE RISCO (DST/AIDS)

[AIDS] O padre Charbonneau, embora afirme os homossexuais/toxicômanos como “grupos de alto risco”, assume que “a homossexualidade não é, portanto, o reduto da Aids. Sabe-se hoje em dia que se propaga igualmente e cada vez mais através do contato heterossexual.”
[Paul-Eugène CHARBONNEAU, Aids: prevenção, escola, 6ª ed., São Paulo, Paulus, 1987, p. 30]
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[AIDS] Afirma-se ainda que “pesquisas têm demonstrado que a desinformação e os preconceitos sexuais vêm à tona, com muita violência, devido ao cataclismo provocado pela AIDS nas águas da sexualidade. Os homossexuais masculinos ‘declarados’, tidos até há pouco como o único grupo de risco - ou, pelo menos, o incomparavelmente maior -, passaram a repartir esse ‘privilégio’ com pais de família, pacatas esposas, crianças e outros grupos considerados insuspeitos.”
[Naumi de VASCONCELOS, Sexo: questão de método, 3ª ed., São Paulo, Moderna, 1994, p. 57 (Coleção polêmica)]
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[AIDS] Em publicação mais atual (em termos), há informação de que “A AIDS é hoje uma epidemia fora de controle. E a humanidade inteira, um grande grupo de risco. Diagnosticada há pouco mais de dez anos como uma doença restrita a determinados grupos humanos - sobretudo o dos homossexuais masculinos e o dos usuários de drogas injetáveis - ela passou a atacar indiscriminadamente crianças, jovens e adultos de ambos os sexos. (...) Acreditava-se também, há pouco mais de dez anos, que a AIDS fosse uma doença essencialmente masculina. A proporção, no Brasil, em 1983, era de uma mulher contaminada para cada 31 homens. Temos, hoje, entre nós, uma mulher contaminada para cada quatro homens. E o contágio dessas mulheres não se deu apenas por transfusão de sangue ou pelo uso de drogas injetáveis, mas através da prática de sexo com seus maridos ou companheiros. As relações heterossexuais são, atualmente, a principal forma de contágio.”
[Albertina DUARTE, Gravidez na adolescência, 4ª ed., Rio de Janeiro, Rosa dos Tempos, 2002, pp. 44/45]
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[DST/AIDS] Sidney Roberto NADAL e Carmen Ruth MANZIONE, da Sociedade Brasileira de Coloproctologia - SBCP, no texto “Identificação dos grupos de risco para as doenças sexualmente transmitidas” propõem a substituição do termo “grupo de risco” por “comportamento de risco”: “Do exposto, podemos concluir que a multiplicação dos grupos de risco para aquisição de DST/AIDS fez com que praticamente toda a população sexualmente ativa possa se contagiar. Além disso, acredita-se que o termo "grupo de risco", além de discriminatório, está desatualizado, e que as chances de infecção são relacionadas mais ao comportamento que à opção sexual. Desta forma, faz-se necessário substituir o "grupo de risco" para "comportamento de risco" ao se avaliar as chances de contaminação pelas DST.”


[http://www.sbcp.org.br/revista/nbr232/P128_129.htm - acesso: 25/mai/2011]

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“Que os sensíveis expressem sua sensibilidade, os dinâmicos abram seus caminhos, os mais fortes carreguem o peso, os mais ricos paguem a conta. Não importa se homem ou mulher, mas, sim, se mais aptos, naquela circunstância, para o papel em questão. A própria natureza de nossa fisiologia indica o que é melhor, mais fácil e confortável ou possível para cada um. Vamos então, nos basear mais naquilo que é real, verdadeiro e, superando preconceitos culturais e sociais, escolher uma vida com mais liberdade. Nós todos, homens e mulheres!”
[Beatriz Monteiro da CUNHA, Amor de sexualidade: várias dicas, São Paulo, Evoluir, 2002, p. 45]

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Quino

[Quino, Cada um no seu lugar, Trad. Monica Stahel, São Paulo, Martins Fontes, 2005, p. 70]