"Vem, Noite antiqüíssima e idêntica,
Noite Rainha nascida destronada,
Noite igual por dentro ao silêncio, Noite

Com as estrelas lantejoulas rápidas
No teu vestido franjado de Infinito. (...) "
[Álvaro de Campos (F. Pessoa), Fragmento de Ode I, in: "Fernando Pessoa: poesia", por Adolfo Casais Monteiro, 10ª ed., Rio de Janeiro, Agir, 1989, p. 76 (col. Nossos Clássicos)]

"(...) noites como esta, em que já não me será dado viver."
[Jostein Gaarder, "A garota das laranjas", Trad. Luiz Antônio de Araújo, São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 127 (citação possivelmente de outrem, constante também em alguma página anterior, provavelmente)]
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sábado, 2 de outubro de 2010

Medo III - medo, visão e tamanho (B. Russell)

“Não se liberta do medo o homem que não ousa enxergar o seu verdadeiro lugar no mundo; nenhum homem pode alcançar a grandeza de que é capaz antes de se permitir ver a própria pequenez."

[B. Russell, Ensaios céticos, não estou com o livro no momento.
disponível em: http://www.das.ufsc.br/~cancian/ciencia/filosofia_bertrand_ensaios.html - acesso: 02/out/2010]

domingo, 5 de setembro de 2010

Medo II (B. Russell)

"Medo é a principal fonte das superstições e uma das maiores fontes da crueldade. O domínio do medo é o início da sabedoria."

[Bertrand RUSSELL, citado em "O Homem-Aranha", nº 87, São Paulo, Abril Jovem, 1990, p. 59]

sábado, 24 de julho de 2010

Medo (Turenne)

"Carcasse tu trembles? Tu tremblerais bien davantage, si tu savais, où je te mène."

(Carcaça, tu tremes? Tremerias mais ainda se soubesses aonde te levo)

[Turenne, citado por F. Nietzsche, A gaia ciência, livro V (Nós, os sem-medo), in: F. Nietzsche, "Obras incompletas", col. Os pensadores, Nova Cultural, São Paulo, 1999, p. 195]